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  • Conheça as principais características da Difteria

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  • Publicado em: 26/01/2015 15:52

A difteria é uma doença contagiosa causada por uma toxina produzida pela bactéria Corynebacterium diphteriae. Essa enfermidade causa lesões branco-acizentadas, atacando geralmente as amídalas, a laringe e o nariz.

Os principais sintomas são:

A infecção pode acontecer também por meio de transfusão de sangue contaminado e durante a gravidez, passando de mãe para o filho.

  • Placas acinzentadas nas amídalas
  • Mal-estar
  • Dor de garganta
  • Febre
  • Cansaço
  • Palidez
 
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Em alguns casos podem surgir manchas avermelhadas na pele e, nos mais graves, há edema no pescoço, aumento de gânglios linfáticos na região e até asfixia mecânica.

Segundo Jorge Figueiredo Senise, infectologista da Associação Brasileira de Infectologia, a transmissão da doença é feita por contágio direto ou indireto.

O contágio direto acontece por meio das secreções nasais dos portadores da difteria. Esses portadores podem ou não apresentar sintomas. O contágio indireto, por sua vez, é aquele em que a pessoa contrai a doença após contato com objetos contaminados pelas secreções do portador da difteria ou que tenha lesões em outras localizações.

A transmissão geralmente ocorre no inverno e principalmente em ambientes fechados, por causa da aglomeração de pessoas.

Crianças estão mais suscetíveis à doença, mas ela pode atingir qualquer cidadão. A melhor forma de prevenção à difteria é a vacinação, independente da idade.

De acordo com o infectologista Senise, a difteria deve ser tratada com cuidado e atenção. Por isso é importante a vacinação, pois logo nos primeiros dias, com a formação e o aumento das placas na garganta, amídalas, palato, faringe e laringe, pode gerar sufocamento. Além disso, com a liberação de toxinas da bactéria, surgem outros problemas como alterações no ritmo e funcionamento do coração e nos sistemas renal e neurológico.

O tratamento para a difteria é a hospitalização imediata e em isolamento, repouso e utilização de máscara, pois a doença é contagiosa. Os medicamentos adequados, como o uso de antibióticos, são indicados por um médico especialista.

Referências

Portal da Saúde

Fundação Oswaldo Cruz

Fundação de Medicina Tropical

Centro de Vacinação de Adultos da Universidade Federal do Rio de Janeiro

Dados do especialista:

Jorge Figueiredo Senise (CRM: 36862) é infectologista da Associação Brasileira de Infectologia, doutor em Infectologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e atua há mais de 30 anos nesse ramo.

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