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  • Alergia se cuida desde o berço

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  • Publicado em: 20/04/2018 14:36

Dr. Kalil Explica 19. Abr. 2018

Deixar de oferecer glúten à criança aumenta risco de doença celíaca, por exemplo

Pais que deixam de oferecer um certo alimento recomendado pelo pediatra ao bebê por ideologias ou porque acreditam que pode fazer mal, podem, inclusive, estar expondo a criança a um risco maior de alergias alimentares no futuro.

A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade e, a partir dessa idade, a introdução de outros alimentos selecionados, sempre com a orientação do pediatra.

Se alimentos forem oferecidos ao bebê antes dos seis meses de vida, o organismo dele não vai lidar bem com o alimento, podendo aumentar as chances de alergia. No entanto, se determinado alimento deixar de ser oferecido na época certa, o risco aumenta novamente. Veja abaixo o exemplo de três alimentos e confie no seu pediatra.

 
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Glúten: há pais que consideram que o glúten é nocivo e não oferecem essa proteína à criança. No entanto, postergar o contato com o glúten pode aumentar a chance de uma alergia no futuro, inclusive de doença celíaca, de acordo com Cylmara Gargalak Aziz, pediatra do Hospital Sírio Libanês.

Peixe: crianças que não expostas ao peixe entre o 6º e 7º mês de vida têm mais chances de não tolerar esse alimento no futuro. "A criança que não foi exposta ao peixe nesses meses tem mais risco de ter dermatite atópica do que aquelas que receberam o alimento", explica Cylmara.

Ovo: o ovo - nunca cru, pelo risco de contaminação por Salmonella ¿ deve ser introduzido na alimentação da criança no 6º mês de vida. Quando a criança é apresentada ao ovo já mais velha, Cylmara comenta que há estudos relatando que aquelas que não foram expostas ao ovo na idade recomendada têm mais chances de ter otite de repetição.

Revisão técnica

  • Prof. Dr. Max Grinberg
  • Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP
  • Autor do blog Bioamigo

Fonte: site Coração e Vida, produzido com a curadoria do cardiologista Dr. Roberto Kalil Filho.

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