Mitos e verdades sobre o Zika vírus e o Aedes aegypti

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Zika vírus é uma doença viral aguda, cujo nome é inspirado na floresta de Zika, em Uganda, onde a enfermidade foi registrada pela primeira vez em macacos, no ano de 1947. Porém foi na década de 50, também no continente africano, que foram diagnosticadas as primeiras contaminações em humanos. No Brasil, os primeiros casos de infecções causadas pelo vírus ocorreram no ano de 2015, principalmente na região da Bahia e do Rio Grande Norte.

A transmissão se dá principalmente pelo mosquito Aedes aegypti, que ao picar uma pessoa com a doença, realiza o transporte do vírus, contaminando aqueles forem picados posteriormente. Também existem evidências de que possa ser transmitido sexualmente.

Grande parte das pessoas que contraem o Zika vírus não apresentam sintomas. Porém, quando estes se manifestam, normalmente verificam-se febres, coceiras e feridas na pele, além de dores musculares. Não existe um tratamento específico para a doença, que tende a desaparecer entre 3 e 6 dias sem grandes complicações. O que ocorre é o uso de certos medicamentos para aliviar os sintomas, como a febre, por exemplo.

Recentemente o Ministério da Saúde confirmou a relação entre o Zika e o nascimento de crianças com microcefalia. Foi observado que regiões em que se registrava grande quantidade de contaminações pelo vírus sofreram com um enorme número de casos de microcefalia. Outro evento crucial foi um teste feito no Instituto Evandro Chagas, que detectou o vírus no sangue de uma criança, nascida no Ceará, com microcefalia. Apesar de comprovada a relação, ainda não se sabe quais mecanismos biológicos levam à alteração na formação dos bebês.

Considerando que a transmissão se dá principalmente pela picada do mosquito Aedes aegypti, impedir a sua procriação, que ocorre em água limpa e parada, pode ser considerado o melhor método de prevenção. Atitudes pequenas como manter a caixa d’água coberta e ficar atento ao acúmulo de lixo já são de grande ajuda. É válido lembrar que os ovos do mosquito podem sobreviver durante um ano em ambiente seco. Dentro desse período, ao voltar a entrar em contato com a água, retomam o seu desenvolvimento. Usar repelentes também é uma boa ferramenta de proteção individual.

Em ano de Olimpíadas no Brasil, nosso desafio também é no combate ao Aedes aegypt. Embarque nessa onda e adote esses métodos de prevenção!

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