Como higienizar frutas e legumes

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Comer uma dieta variada, incluindo muitas frutas e vegetais, é uma das chaves da boa saúde. No entanto, para se manter saudável mesmo, é igualmente importante garantir que o produto consumido seja seguro. Uma maneira de fazer isso é observar que tudo o que é usado em casa tenha sido bem lavado antes de descascar, cortar ou cozinhar com eles.

Embora a maioria dos consumidores entenda que as carnes precisam ser devidamente manuseadas para prevenir doenças transmitidas por alimentos, alguns não percebem que frutas e vegetais também podem causar sérios problemas se não forem manipuladas e armazenadas de um jeito adequado.

Entenda como proceder quando for preparar esses hortifrútis.

É possível se livrar de defensivos e outras ameaças em frutas e legumes?

A higienização de alimentos com solução clorada (ou vinagre) é um método eficiente para eliminação de alguns tipos de bactérias. Mas é bom saber que nem sempre isso vai funcionar quando se trata de eliminar agrotóxicos.

Em casos onde os defensivos agrícolas estiverem concentrados somente na parte externa do alimento, elimina-se o risco com a lavagem em água corrente e higiene com solução própria.

“Mas isso se torna um processo mais difícil quando o produto adere ao alimento, atingindo muitas vezes a parte interna”, explica a nutricionista do Hospital Sírio-Libanês Letícia Salgueiro.

“Infelizmente, não é possível realizar essa análise em cozinhas domésticas, porque não se trata de um procedimento ‘visual’.”

Os tipos de defensivos

Letícia explica que existem diferentes tipos de agrotóxicos – e daí existirem diferenças para a hora de lavar frutas e legumes. São estes os dois casos:

Solúveis em água – São capazes de se dissolverem na água, mas não quer dizer que a simples lavagem seja suficiente para eliminar os agrotóxicos. É necessário o uso de outros produtos, geralmente uma base ou ácido de baixo grau de alcalinidade ou acidez.

Insolúveis em água – Também chamados de lipossolúveis, geralmente são aplicações de fungicidas nas cascas, como de laranja e limão, deixando a fruta com aquela aparência brilhante. Como são lipossolúveis, podemos usar detergente para quebrar as moléculas insolúveis em água.

Cabe aos produtores agrícolas o uso consciente dos defensivos – e apenas aqueles permitidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que também deve estar atenta sobre a composição dos produtos usados no campo.

Deve-se usar produtos na higienização?

É recomendado, sim, o uso de soluções sanitizantes que agem sobre as superfícies dos alimentos, eliminando os agentes patogênicos. Atualmente, no mercado, existem muitas opções (geralmente à base de cloro).

“Os rótulos são de fácil interpretação e o uso é recomendado especialmente para higienização dos alimentos que serão consumidos crus”, lembra Letícia.

E ela alerta sobre o uso de vinagre: “É muito comum também, mas não há comprovação da capacidade de eliminação de bactérias potencialmente agressivas nesse caso”, completa a nutricionista.

Para diluir a solução sanitizante em água limpa, vale a concentração do produto e o volume de água, segundo a recomendação do fabricante.

Água corrente dá conta? Devemos deixar de molho?

A água corrente realiza somente a remoção de sujeiras aparentes; há, sim, bactérias de superfície que não resistem a varredura da água. Mas é necessário o uso de solução sanitizante para total eliminação, segundo a especialista.

A recomendação de diluição pode variar de acordo com o fabricante, porém o tempo é mais uniforme – são geralmente 15 minutos de imersão tanto para frutas quanto legumes e verduras.

Todos devem ser lavados um a um ou folha por folha em água corrente e depois colocados na solução clorada, imersos. Após o tempo de sanitização, basta fazer o enxague em água corrente.

Os alimentos, então, devem ser consumidos logo após a higienização ou mantidos sob refrigeração.

E como fazer no caso de morangos e outros produtos delicados?

Alimentos como morango, uva, nectarina, pêssego e figo podem ser higienizados seguindo a mesma recomendação dos demais. No entanto, o que difere é o tempo de imersão – de 15 para 5 minutos, pois pode ocorrer a penetração da solução no alimento e levar à contaminação.

“E, deixando de molho demais, também há alterações sensoriais, como perda da cor e sabor”, finaliza Letícia.

 

Revisão técnica

  • Prof. Dr. Max Grinberg
  • Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP
  • Autor do blog Bioamigo

Fonte: site Coração e Vida, produzido com a curadoria do cardiologista Dr. Roberto Kalil Filho.

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