Vacinação é eficaz na prevenção de doenças

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A maneira mais eficaz de se prevenir contra diversas doenças ainda é por meio de vacinas. Para isto, o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde, mantém o Programa Nacional de Imunizações (PNI), que promove a vacinação da população brasileira a fim de diminuir ou, até mesmo, acabar com várias doenças no país.

O calendário de vacinação inicia-se logo ao nascer, com:

Primeira dose da vacina contra a hepatite B, que deve ser administrada na maternidade nas primeiras 12 horas de vida do recém-nascido (a segunda dose ocorre entre o 1º e o 2º mês);

BCG (contra formas graves de tuberculose).

As vacinas estendem-se por toda a vida, sendo a última – que deve ser tomada anualmente a partir dos 60 anos – a da Influenza (contra a gripe), além daquelas aplicadas em caso de viagens para áreas chamadas de endêmicas (estados como AP, TO, MA, MT, MS, RO, AC, RR, AM, PA, GO e DF), que possam transmitir, por exemplo, a febre amarela.

Desde 2004, o MS adota três calendários obrigatórios de vacinação: o da criança, o do adolescente e o do adulto e idoso, que apontam as vacinas, doses e períodos. Em 2006 houve a inclusão da Vacina Oral de Rotavírus Humano (VORH), indicadas para menores de 6 meses de idade. Ela previne a doença diarreica aguda, uma das principais causas da mortalidade infantil, conforme o Ministério da Saúde.

Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) licenciou no Brasil duas vacinas para prevenir a infecção pelo Papiloma Vírus Humano (HPV) ¿ não disponíveis na rede pública. São indicadas para mulheres a partir de 9 anos de idade – de preferência antes de iniciar a atividade sexual – até 26 anos em esquema de três doses (0-2-6 meses) ou até 25 anos em duas doses (1-6 meses).

Fonte: parceiro Qualicorp.

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